quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Classificação Geral do VI Campeonato Carioca de Automobilismo R/C 2016 - 10ª Etapa

COLOCAÇÃO GERAL 2016

Finalizando o campeonato, segue resultado das 10 etapas do Campeonato Carioca de Automodelismo R/C 2016

Categorias

Open Nitro 1/10



COLOCAÇÃO 2016:

1º Lugar:
Renato Tano

2º Lugar:
Fernando Oliveira

3º Lugar
Silvio Mendes

EP - Formula 1/10



COLOCAÇÃO 2016:

1º Lugar:
Átila Cardinal

2º Lugar:
Renato Elias

3º Lugar
Cláudio Lagrange

GT - EP 1/8



COLOCAÇÃO 2016:

1º Lugar:
Átila Cardinal

2º Lugar:
Cláudio Lagrange

3º Lugar
Renato Elias


GT - Nitro 1/8


COLOCAÇÃO 2016:

1º Lugar:
Thomas Gisler

2º Lugar:
Fernando Oliveira

3º Lugar
Luciano Burlet

1/8 Nitro Pró



COLOCAÇÃO 2016:

1º Lugar:
Gustavo Giorgi

2º Lugar:
Fernando Oliveira

3º Lugar
Leandro Campos

EP - 1/10 Blinky



COLOCAÇÃO 2016:

1º Lugar:
Nilton Carlos

2º Lugar:
Rafael Machado (Tartara)

3º Lugar
Felipe Neto


Pontuação em Negrito = Vencedor da etapa
Pontuação em Vermelho = Pole Position da etapa + 1 ponto
NP = Não participou, não vale como descarte

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Datas e traçados do Campeonato Carioca de Automodelismo R/C 2017




Primeira Etapa – 12 de fevereiro de 2017


Segunda Etapa – 05 de março de 2017


Terceira Etapa – 09 de abril de 2017


Quarta Etapa – 07 de maio de 2017


Quinta Etapa – 04 de junho de 2017


Sexta Etapa – 06 de agosto de 2017


Sétima Etapa – 10 de setembro de 2017


Oitava Etapa – 08 de outubro de 2017



Nona Etapa – 12 de novembro de 2017


Décima Etapa – 10 de dezembro de 2017



Regulamento do Campeonato Carioca de Automodelismo R/C 2017


Versão para Download  Regulamento Campeonato Carioca AARCN 2017

1 INTRODUÇÃO
1.1. CONSIDERAÇÕES GERAIS – O Campeonato Niteroiense de Automodelismo R/C
organizado pela Associação de Automodelismo Radio Controlado de Niterói (AARCN) será
realizado em dez etapas durante o ano de 2017 na Pista do SAM´s Club de Niterói entre os
dias 12 de fevereiro e 10 de dezembro do referido ano.
1.2. COMISSÃO ORGANIZADORA – O Campeonato Carioca de Automodelismo R/C
será organizado pelos seguintes sócios da AARCN: Luciano Burlet, Nilton Carlos e Renato
Tano.
1.3. CATEGORIAS – O Campeonato contará com as seguintes categorias:
a) 1/10 200 mm GP PRO12
b) 1/10 200 mm GP Open (Nitro);
c) 1/10 Fórmula (EP Fórmula);
d) 1/8 GT Nitro;
e) 1/8 GT EP;
f) 1/10 190 mm EP TURISMO STOCK SPEC BLINKY MODE – 13.5T
g) 1/8 PRO
1.3.1. Cada categoria terá suas próprias particularidades no que se refere à: Tomada de tempo,
largada nas provas e especificações técnicas dos carros. Os mesmos serão descritos a seguir
neste regulamento.
1.4. PONTUAÇÃO – A seguinte pontuação será atribuída aos pilotos participantes em cada
etapa de acordo com a posição final de corrida respeitando as particularidades de cada
categoria conforme estabelecido no item 1.3. deste regulamento.
OBS: As 03 (três) últimas etapas (8ª, 9ª e 10ª) terão pontuações dobradas.
1º lugar = 50 pontos
2º lugar = 40 pontos
3º lugar = 32 pontos
4º lugar = 25 pontos
5º lugar = 20 pontos
6º lugar = 16 pontos
7º lugar = 12 pontos
8º lugar = 10 pontos
9º lugar = 8 pontos
10º lugar = 7 pontos
11º lugar = 6 pontos
12º lugar = 5 pontos
13º lugar = 4 pontos
14º lugar = 3 pontos
15º lugar = 2 pontos
16º lugar = 1 ponto
1.4.1. O piloto deverá completar pelo menos uma (1) volta após a largada para que lhe seja
atribuída à pontuação referente à sua colocação. Aquele piloto que não completar pelo menos
uma (1) volta após a largada receberá zero (0) ponto.
1.4.2. O piloto que fizer a “pole position” receberá um (1) ponto extra, respeitando as
particularidades de cada categoria conforme estabelecido no item 1.3. deste regulamento.
1.5. DESCARTE – Para fins do campeonato, será descartado os dois piores resultados de
cada piloto em cada categoria. Para que uma etapa seja utilizada como descarte é necessário
que o piloto tenha pago a inscrição da mesma. Desta forma, lhe será atribuído zero (0) ponto
na referida etapa.
1.6. NÃO PARTICIPAÇÃO (NP) – O piloto que não participar de alguma etapa não poderá
utilizar a mesma como descarte. Será atribuído no campo da tabela de classificação do
campeonato um Não Participou (NP), p. ex.: Piloto com 50 - NP - 50 - 40 - 30 - 50, teria 30 e
40 pontos para descartar e somaria um total de 150 pontos.
1.7. DESCLASSIFICAÇÃO (DC) – O piloto que for punido com a desclassificação da
etapa será conseqüentemente eliminado da prova e perderá os pontos adquiridos na mesma. A
desclassificação não poderá ser utilizada como descarte. Será atribuído no campo da tabela de
classificação do campeonato um DESCLASSIFICADO (DC) de acordo com item 5.4 deste
regulamento.
1.8. CAMPEONATO – Será declarado CAMPEÃO aquele piloto que somar o maior número
de pontos, em uma dada categoria, ao final do campeonato.
1.8.1. Caso dois ou mais pilotos estejam empatados nos pontos, os critérios para desempate
no final do campeonato serão os seguintes: 1º) Total de pontos sem os descartes, 2º) Maior
número de vitórias, 3º) Maior número de “pole positions”, 4º) Maior número de segundos
lugares e assim por diante até o maior número 16º lugares, e 5º) Permanecendo o empate, os
empatados serão declarados campeões.
1.9. REALIZAÇÃO DAS ETAPAS – O campeonato terá 10 etapas para todas as categorias
acima listadas, exceto para a 1/10 190 mm EP TURISMO STOCK SPEC BLINKY MODE –
13.5T que apesar de também ser realizada em 10 etapas, porém das 10 etapas 6 serão
realizadas na pista da AARCN a saber, Primeira Etapa – 12 de fevereiro de 2017; Terceira
Etapa – 09 de abril de 2017; Quinta Etapa – 04 de junho de 2017; Sexta Etapa – 06 de
agosto de 2017; Oitava Etapa – 08 de outubro de 2017 e Décima Etapa – 10 de dezembro de
2017, as 4 etapas restantes serão realizadas na pista da Rionitro na Barra da Tijuca em data a
ser divulgada posteriormente, o campeonato ter o seu início no dia 12 de fevereiro de 2017 e
se encerrará no dia 10 de dezembro do referido ano. As etapas serão realizadas nos seguintes
traçados e nas seguintes datas:

Primeira Etapa – 12 de fevereiro de 2017


Segunda Etapa – 05 de março de 2017


Terceira Etapa – 09 de abril de 2017


Quarta Etapa – 07 de maio de 2017


Quinta Etapa – 04 de junho de 2017



Sexta Etapa – 06 de agosto de 2017


Sétima Etapa – 10 de setembro de 2017


Oitava Etapa – 08 de outubro de 2017


Nona Etapa – 12 de novembro de 2017


Décima Etapa – 10 de dezembro de 2017


1.10. INTERRUPÇÃO DE PROVA – A Direção de Provas poderá interromper as provas
ou “heats” por motivos de força maior, tais como: condições adversas de tempo (p. ex.: chuva
ou falta de luz natural), pane geral do sistema de cronometragem, entre outras. Neste caso, os
pilotos deverão aguardar a decisão final da Direção de Provas quanto ao reinício das mesmas
ou ADIAMENTO, conforme item 1.11. deste regulamento.
1.10.1. A Direção de Provas deverá observar a seguinte ordem de cancelamento e/ou
adiamento das atividades durante o dia de realização de etapas: treino livre, treino
classificatório e corridas.
1.10.2. Caso a interrupção de prova ocorra antes ou durante a realização dos treinos livres ou
dos treinos de classificação, a Direção de Provas aguardará no máximo até às 13h00min,
horário de início das corridas, para decisão final quanto ao reinício das mesmas. Após esse
horário as provas serão adiadas.
1.10.3. Serão validados os resultados dos treinos classificatórios realizados antes da
interrupção de prova, p. ex.: caso a interrupção ocorra após a realização do treino
classificatório da categoria EP Formula, será considerado válido o treino de classificação da
categoria GT EP (normalmente realizado antes do treino de classificação da categoria EP
Formula, de acordo com Anexo I – Programação de Corrida) e o da categoria GT EP sendo
cancelado somente os das demais categorias, observando-se o cronograma de corridas e o
disposto nos itens 1.10.4. a 1.10.6.
1.10.4. Caso o treino classificatório seja cancelado, será observada a ordem de classificação
do campeonato para a formação do “grid” de largada, sendo observado o critério de melhor
posição no mesmo para se determinar quem larga na frente. Neste caso, não será atribuído o
ponto extra de bonificação pela “pole position”, observando-se o exposto no item 1.10.3.
1.10.5. Caso o cancelamento do treino classificatório ocorra durante a realização da primeira
etapa, a formação do “grid” de largada será determinado através de sorteio.
1.10.6. Caso existam pilotos que não possuam pontuação na tabela de classificação do
campeonato, suas posições serão determinadas através de sorteio entre os mesmos e estes
largarão nas últimas posições do “grid” de largada.
1.10.7. Caso haja transcorrido mais de 70% da prova, ou seja, três (3) “heats” para as
categorias GT EP, EP TURISMO STOCK SPEC e EP Formula; vinte e um (25) minutos para
a categoria GP Open, 1/8 PRO, GP PRO12 e GT Nitro; os resultados das mesmas serão
validados pela Direção de Provas.
as categorias, e a Direção de Provas tenha optado pelo ADIAMENTO da mesma, a
prova da categoria(s) será realizada em uma data reserva conforme item 1.11. deste
regulamento, i.e., em certas ocasiões os resultados de uma determinada categoria serão
validados e a etapa de outras será adiado. P.ex.: caso a prova da categoria GP Open tenha
sido completada e 70% das provas das categorias EP Formula e GT EP também tenham sido
completadas, haja uma interrupção e a Direção de Provas decida pelo ADIAMENTO da
mesma, os resultados das categorias GP Open, EP Formula, EP TURISMO STOCK SPEC e
GT EP serão validados e a etapa das categorias GT Nitro, 1/8 PRO e GP PRO será adiada.
1.11. ADIAMENTO DE ETAPA – Caso seja necessário o adiamento – por motivos de força
maior, tais como: condições adversas de tempo, pane geral do sistema de cronometragem,
número de pilotos abaixo do mínimo em todas as categorias, interrupção de prova, entre
outras – de qualquer das etapas referidas no item 1.9. deste regulamento, as seguintes datas
reservas serão utilizadas para a mesma: 09 de julho de 2017 e 19 de novembro de 2017, caso
tenha problema na última etapa esta vai ser resolvida junto com a comissão organizadora uma
data para realizar a mesma.
1.11.1. Será utilizado o mesmo circuito da etapa adiada e serão realizados todos os
procedimentos de uma nova etapa, ou seja, inscrições, treinos livres e tomadas de tempo.
1.11.2. No caso de adiamento por motivos de interrupção de prova descritos no item 1.10.2.,
serão realizados todos os procedimentos de uma nova etapa, ou seja, inscrições, treinos livres
e tomadas de tempo.
1.12. CANCELAMENTO DE ETAPA – Caso sejam adiadas mais de duas etapas e/ou haja
o impedimento da realização de uma etapa adiada em uma das datas reservas – devido aos
motivos expostos no item 1.11 deste regulamento – a mesma será cancelada.
1.12.1. Os pilotos inscritos em uma etapa cancelada poderão utilizar a mesma como descarte,
observado o disposto no item 1.5, sendo atribuído zero (0) ponto na referida etapa.
1.12.2. Caso sejam canceladas duas ou mais etapas, o valor da inscrição referente a(s) etapa(s)
cancelada(s) não será passível de devolução.
1.12.3. No caso de adiamento da 10a. e última etapa, como não há data reserva, esta será
automaticamente cancelada.
1.13. SEGURANÇA – Por medida de segurança, os seguintes itens devem ser observados
durante a realização de todas as etapas:
1.13.1. Todas as pessoas que terão acesso a área interna da pista (limitada pelos mourões)
deverão utilizar calçado fechado (sandálias tipo crocs, tênis, sapatos ou botas) e estarem
sempre vestindo camisa.
1.13.2. Não será permitido fumar e nem consumir bebida alcóolica na área dos boxes em
qualquer momento da realização da etapa.
1.13.3. Pessoas não envolvidas diretamente com a realização da etapa deverão permanecer na
área externa a pista (fora do limite dos mourões) e consequentemente não será permitida a
sua estada na área dos boxes ou no palanque.

2 INSCRIÇÕES
2.1. REALIZAÇÃO DAS INSCRIÇÕES – As inscrições de cada etapa do Campeonato
Carioca de Automodelismo R/C – 2017, serão realizadas no site myrcm.ch e confirmadas no
dia de cada etapa até as 10h00min. Após este horário, os pilotos que não confirmaram suas
inscrições não poderão participar da etapa. Qualquer exceção será decidida pela comissão
organizadora.
2.1.1. Os pilotos que não forem sócios da AARCN poderão utilizar a pista nos sábados
anteriores a mesma mediante o pagamento de diária.
2.2. VALOR DAS INSCRIÇÕES – O valor de cada inscrição será de R$ 130,00 (cento e
trinta reais) para uma categoria, caso o piloto queira se fidelizar em todas as etapas, este deve
entregar no dia da primeira etapa os cheques no valor de R$100,00 (cem reais) por etapa e
mantendo o valor da categoria adicional conforme item 2.2.1.
2.2.1. Caso o piloto queira competir em mais de uma categoria, a inscrição por categoria
adicional será de R$ 30,00 (trinta reais).
2.2.2. Os sócios mantedores ficam isentos da inscrição de quaisquer categorias, podendo este
participarem de quantas categorias quiser sem nenhum custo.
2.3. NÚMERO DE INSCRIÇÕES – As inscrições serão limitadas a dezesseis (16) pilotos
por categoria.
3 ORGANIZAÇÃO
3.1. CONSIDERAÇÕES GERAIS – A organização das competições dependerá do número
mínimo de participantes em cada uma das categorias, bem como das datas e horários
previstas no item 1.9 deste regulamento, podendo sofrer alguns ajustes.
3.2. PROGRAMA – O programa oficial (cronograma) será divulgado no dia de cada etapa.
3.3. LIMITE DE PILOTOS NO PALANQUE – O limite máximo de pilotos no palanque
(por “heat” ou corrida) será de doze (12) e o limite mínimo para realização de uma corrida de
dada categoria será de três (3) pilotos.
3.3.1. Caso haja o número mínimo de pilotos inscritos na categoria, porém o número de
participantes seja inferior ao mínimo, os pilotos restantes receberão a pontuação máxima
referente ao 1º lugar. Esta pontuação poderá ser utilizada como descarte.
3.3.2. Caso haja o número mínimo de pilotos inscritos na categoria e ocorra a desistência de
um dos pilotos por quaisquer motivos, tais como: quebra do carro, problemas pessoais, entre
outros, durante os treinos livres ou tomada de tempos, será aplicado o disposto no item 3.3.1.
deste regulamento.
3.3.3. Caso o disposto no item 3.3.2. deste regulamento ocorra durante a realização de um dos
dois primeiros “heats”, caso das categorias elétricas, o resultado da corrida será aquele
referente aos “heats” disputados até o momento da desistência, não havendo a realização dos
demais “heats”. Neste caso, a corrida será considerada encerrada com um número de
“heats” inferior ao previsto no item 4.11.1. deste regulamento e os pilotos receberão a
pontuação de acordo.
3.3.4. Caso o número de pilotos de uma dada categoria seja superior a doze (12), serão
realizadas duas semi-finais, sendo que a final da terá 12 pilotos.
3.3.5. As etapas serão realizadas em conformidade com o planejamento descrito no Anexo 1
deste regulamento. O cronograma pode ser alterado em cada etapa e será divulgado para os
pilotos no dia da realização de cada etapa.
4 REGULAMENTO DAS CORRIDAS
4.1. REGISTRO DOS PILOTOS E CARROS – Todos os pilotos e carros serão registrados
no ato da inscrição conforme modelo padrão do Campeonato Niteroiense de Automodelismo
R/C.
4.2. PILOTOS – Todos os pilotos deverão se comportar de maneira cordial, desportiva e
ética, não sendo permitidos palavrões, ofensas gerais ou pessoais e interferências no
andamento da competição.
4.2.1. Ofensas a outros pilotos, mecânicos, Diretor de Provas, cronometrista e gandulas
(repositores), serão julgadas pela Direção de Provas e passíveis de punição de acordo com o
item 5 deste regulamento.
4.2.2. Deverá ser observado o exposto no item 4.10. deste regulamento, para as categorias à
combustão (GP Open, GP PRO12, 1/8 PRO e GT Nitro) e no item 4.11. deste regulamento
para as categorias elétricas (GT EP, EP TURISMO STOCK SPEC e EP Formula).
4.2.3. Os pilotos deverão parar os carros no boxe correspondente ao seu mecânico.
4.3. MECÂNICOS – Todos os mecânicos deverão se comportar de maneira cordial,
desportiva e ética, não sendo permitidos palavrões, ofensas gerais ou pessoais e interferências
no andamento da competição.
4.3.1. Ofensas a outros mecânicos, pilotos, Diretor de Provas, Cronometrista e Repositores
(Gandulas), serão julgadas pela Direção de Provas e passíveis de punição de acordo com o
item 5 deste regulamento.
4.3.2. Deverá ser observado o exposto no item 4.10. deste regulamento, para as categorias à
combustão (GP Open, GP PRO12, 1/8 PRO e GT Nitro) e no item 4.11. deste regulamento
para as categorias elétricas (GT EP, EP TURISMO STOCK SPEC e EP Formula).
4.3.3. São obrigações dos mecânicos:
a) posicionar-se nos boxes correspondentes ao do piloto no palanque;
b) receber os carros dos gandulas para reparos somente nas plataformas laterais dos
boxes ou em área determinada;
c) realizar reparos somente na área dos boxes e dentro da sua posição, ou seja, fora da
pista de rolagem dos boxes;
d) recolocar os carros na pista de rolagem com a máxima atenção em relação aos outros
carros que possam estar entrando ou saindo dos boxes de forma a evitar acidentes ou
obstruir os outros;
e) realizar o abastecimento dos carros fora da área da pista de rolagem dos boxes;
f) deixar a área dos boxes limpa e sem seus equipamentos e ferramentas;
g) adentrar a área dos boxes somente quando autorizado pela Direção de Provas.
4.3.4. A não observação de qualquer desses itens será passível de punição de acordo com o
item 5 deste regulamento.
4.4. GANDULAGEM – Todas as provas de todas as etapas deverão contar com a presença
de pelo menos, três (3) gandulas. O posicionamento dos gandulas será definido pela Direção
de Provas dependo do circuito utilizado. Independente do posicionamento definido pela
Direção de Provas, os gandulas deverão guardar posição na parte externa da pista, de forma a
não interferir na visão dos pilotos.
4.4.1. Caso não haja gandulas contratados, será obrigatória a gandulagem para todos os
pilotos participantes da etapa. A gandulagem deverá ser realizada em uma tomada de tempo,
corrida ou “heat”. Caso o número total de pilotos inscritos na etapa, somando-se todas as
categorias, exceda o número máximo necessário de gandulas, a Direção de Provas fará um
sorteio para definir aqueles pilotos que realizarão a gandulagem. A Direção de Provas
divulgará os pilotos que realizarão a gandulagem nas tomadas de tempo, corridas e “heats”
antes do início dos treinos livres.
4.4.2. Caso o piloto não possa gandular, o mesmo deverá comunicar a Direção de Provas e
indicar algum substituto. Desta forma, o piloto deverá realizar a gandulagem em outra
tomada de tempos, corrida ou “heat” o qual também deverá ser informado a Direção de
Provas.
4.4.3. Os pilotos que não realizarem a gandulagem ou não indicarem um substituto para tal,
serão passíveis de punição. A punição para a não gandulagem será a perda da posição final da
corrida e a substituição pela última posição da mesma, p. ex.: em uma dada categoria onde
hajam oito (8) pilotos e o piloto que chegou em 2º lugar não tenha realizado a gandulagem, o
mesmo perderá a segunda posição e ficará com a oitava e última.
4.5. RÁDIOS E FREQUÊNCIAS – Caso haja a ocorrência de freqüências de rádios iguais,
a troca de freqüência será realizada de acordo com a posição dos pilotos no campeonato.
Caso isso ocorra na primeira etapa ou nenhum dos envolvidos tenha participado de alguma
etapa anterior do campeonato, será realizado um sorteio.
4.6. NUMERAÇÃO DOS CARROS – Cada carro possuirá um (1) número de registro que
deverá ser utilizado durante todo o Campeonato. Será utilizada a numeração correspondente
ao número de registro de inscrição na AARCN para os sócios. Os não sócios utilizarão
numeração fornecida pela Direção de Provas. A numeração deverá ter fundo branco com
digito em preto e medida mínima de 40 mm x 40 mm e deverá ser fixada nas laterais do carro.
4.7. POSIÇÕES NO PALANQUE E NOS BOXES – As posições dos pilotos no palanque,
para os heats, serão definidas de acordo com os tempos da classificação. O piloto que fizer
a pole position terá preferência em escolher seu lugar, assim sucessivamente até o oitavo
classificado.
4.7.1 – Antes do início de cada heat, o diretor de provas irá pedir aos pilotos que escolham
seus lugares, seguindo à ordem da classificação.
4.7.2 – No caso da categoria possuir mais de um heat, as posições no palanque se manterão
nos mesmos moldes da classificação.
4.7.3 – Tanto o palanque como a plataforma dos boxes estarão numeradas de 1 a 12.
4.7.4 – Durante os treinos livres e classificação as posições dos pilotos no palanque serão
livres.
4.7.5 – Os mecânicos deverão ficar na bancada de box na mesma posição que seus pilotos.
4.7.6 – É expressamente proibida a pilotagem, em qualquer fase da etapa (treinos livres,
tomadas de tempo, corridas ou “heats”) fora do palanque. O piloto será passível de
desqualificação da fase em questão de acordo com o item 5 deste regulamento.
4.8. TREINOS LIVRES – Será aberto um treino livre único englobando todas as categorias
com duração de uma hora.
4.9. TOMADA DE TEMPO – Será realizada uma (1) tomada de tempo com duração de
cinco (5) minutos por categoria para a definição do “grid” de largada.
4.9.1. Será obedecido o critério da volta mais rápida para a definição das posições de largada
nas categorias GT Nitro, GP PRO 12, 1/8 PRO e GP Open, ou seja, os pilotos que obtiverem
os menores tempos largarão nas primeiras posições.
4.9.2. O mesmo critério será obedecido para a definição das posições de largada do 1º “heat”
das categorias GT EP, EP TURISMO STOCK SPEC e EP FORMULA. Para a definição da
ordem de largada nos demais “heats” será observada a ordem de chegada no “heat” anterior.
4.9.3. A largada durante as tomadas de tempo será autorizada pelo Diretor de Provas de
forma nominal. Os carros largarão dos boxes. A chamada será seqüencial e com o máximo de
três segundos entre cada piloto.
4.9.4. Caso um piloto não registre tempo durante o treino classificatório, o mesmo largará da
última posição do “grid” de largada.
4.9.5. Caso mais de um piloto não registre tempo durante o treino classificatório, será
observada a ordem de classificação no campeonato para a determinação de suas posições no
“grid” de largada, sendo observado o critério de melhor posição no mesmo para se
determinar quem larga na frente. Os mesmos ocuparão as últimas posições do “grid” de
largada.
4.9.6. Caso os pilotos que não registrem tempo não possuam pontuação na tabela de
classificação do campeonato, suas posições serão determinadas através de sorteio entre os
mesmos e estes largarão nas últimas posições do “grid” de largada.
4.10. PROCEDIMENTOS DE CORRIDA PARA AS CATEGORIAS À COMBUSTÃO
(GT Nitro, GP Open, 1/8 PRO e GP PRO12)
4.10.1. DURAÇÃO DA PROVA – A corrida das categorias GT Nitro, GP Open, 1/8 PRO e
da GP PRO12 terão a duração de trinta (30) minutos com dois (2) minutos para aquecimento
de pneus.
4.10.2. LARGADA – A largada das corridas será realizada no Sistema Le Mans, i.e, os carros
serão alinhados em 45º com a linha lateral direita da reta de largada (cronometragem)
respeitando-se as posições obtidas na tomada de tempo.
4.10.2.1. O Diretor de Provas fará uma contagem regressiva iniciada em dez (10) e ao chegar
a quatro (4) comunicará que os carros deverão ser alinhados no “grid” de largada pelos
mecânicos. Os mecânicos deverão se afastar a uma distância de um (1) metro dos carros. Os
pilotos deverão aguardar o sinal sonoro do sistema de cronometragem (ou o “start” do
Diretor de Provas) nos próximos segundos, o qual indicará a autorização para a largada.
4.10.2.2. Será permitido apenas um (1) mecânico no “grid” de largada. O mecânico poderá
levar para o “grid” de largada somente a almotolia de combustível, sendo terminantemente
proibido levar a caixa de partida, sendo o mesmo passível de punição de acordo com o item
5.3. deste regulamento. O reabastecimento do carro deve ser realizado até o momento da
comunicação do Diretor de Provas para que os carros sejam alinhados no “grid” de largada.
O reabastecimento do carro deve ser feito fora da pista e será permitido apenas um mecânico
por piloto nos boxes.
4.10.2.3. Caso a contagem regressiva tenho sido iniciada e algum carro não tenha conseguido
alinhar a tempo, o mesmo largará dos boxes. Neste caso, o carro só poderá deixar os boxes
após a passagem do último carro e/ou quando autorizado pelo Diretor de Provas.
4.10.2.4. Caso o motor do carro desligue durante a contagem regressiva, o mecânico deverá
retornar aos boxes para religar o carro, aguardar a largada e realizar o procedimento de
largada dos boxes descrito no item 4.10.2.3. deste regulamento.
4.10.2.5. Será considerado queima de largada qualquer movimento do carro antes do sinal de
largada. A largada queimada será punida com um “Stop and Go” de acordo com o item 5.3.
deste regulamento.
4.11. PROCEDIMENTOS DE CORRIDA PARA AS CATEGORIAS ELÉTRICAS (GT
EP, EP Turismo Stock Spec e EP Fórmula)
4.11.1. DURAÇÃO DA PROVA – As provas das categorias GT EP e EP Fórmula serão
compostas por quatro (4) “heats” de cinco (5) minutos cada. Será declarado vencedor da
etapa aquele piloto que obtiver o melhor resultado no somatório dos “heats”, sem descarte de
nenhum destes.
4.11.2. DURAÇÃO DA PROVA – As provas da categoria EP TURISMO STOCK SPEC
será composta por quatro (4) “heats” de cinco (8) minutos cada. Será declarado vencedor da
etapa aquele piloto que obtiver o melhor resultado no somatório dos “heats”, sem descarte de
nenhum destes.
4.11.3. LARGADA – A largada da categoria GT EP e EP TURISMO STOCK SPEC será
realizada no Sistema “Le Mans”, i.e, os carros serão alinhados em 45º com a linha lateral
direita da reta de largada (cronometragem) respeitando-se as posições obtidas na tomada de
tempo. A largada da categoria EP Fórmula será no sistema F1.
4.11.3.1. Será considerado queima de largada qualquer movimento do carro antes do sinal de
largada. A largada queimada será punida com um “Stop and Go” de acordo com o item 5.3.
deste regulamento.
4.11.3.2. O Diretor de Provas solicitará que os carros sejam alinhados no “grid” de largada.
Os pilotos deverão aguardar o sinal sonoro do sistema de cronometragem (ou o “start” do
Diretor de Provas) nos próximos segundos, o qual indicará a autorização para a largada.
4.12. SOLICITAÇÃO DE TEMPO – Poderá ser solicitado apenas um pedido de tempo por
corrida para reparo de equipamento. O tempo concedido pela Direção de Provas será de dez
(10) minutos, período pelo qual a pista ficará fechada. Esta solicitação poderá ser realizada
antes de qualquer corrida, no caso das categorias à combustão, ou qualquer “heat”, no caso
das categorias elétricas.
4.12.1. A solicitação de tempo deverá ser realizada até o início da contagem regressiva. A
partir deste momento, os carros que não conseguirem largar no “grid” deverão largar dos
boxes de acordo com o procedimento de largada dos boxes descrito no item 4.10.2.3. deste
regulamento.
4.12.2. O piloto que fizer a solicitação de tempo deverá largar na última posição do “grid” de
largada. A sua posição original no “grid” de largada ficará vaga. Na impossibilidade de se
largar da última posição, o carro deverá largar dos boxes de acordo com o procedimento de
largada dos boxes descrito no item 4.10.2.3. deste regulamento.
4.13. SENSORES – Cada competidor deverá ter seu próprio sensor, padrão AMB, sendo
responsável pelo funcionamento do mesmo. O competidor deverá informar no ato de sua
inscrição pelo site ou na confirmação, na pista, o número de seu sensor.
4.13.1. Caso seja notada uma pane geral no sistema de cronometragem, serão adotados os
mesmos procedimentos de interrupção de prova, cabendo à Direção de Provas a decisão final.
pane geral seja observada antes da tomada de tempos, a mesma será cancelada e a
ordem de largada será definida segundo a colocação dos pilotos no campeonato. Caso isso
ocorra na primeira etapa ou nenhum dos envolvidos tenha participado de alguma etapa
anterior do campeonato, será realizado um sorteio.
4.14. VISTORIA – Não será obrigatória a vistoria nos carros de qualquer uma das categorias
previstas neste regulamento. Entretanto, todos os carros devem estar de acordo com as
especificações técnicas da categoria descritas no item 6 deste regulamento, sendo
desclassificado o piloto que não estiver com o seu equipamento em conformidade.
4.14.1. Qualquer piloto poderá entrar com recurso, de acordo com o disposto no item 5.6
deste regulamento, sem prejuízo ou ônus para o mesmo, caso sinta-se lesado e acredite que
algum carro encontra-se fora das especificações técnicas estabelecidas.
4.14.2. A Direção de Provas deverá comunicar ao piloto que o seu carro será vistoriado,
devido a recurso impetrado contra o mesmo, o mais breve possível, ou seja, antes da
realização dos treinos livres, treinos classificatórios, “heat” ou corrida, dependendo do
momento em que o recurso for solicitado. A próxima atividade, referente a categoria do carro
a ser vistoriado, ocorrerá somente após o julgamento do mesmo.
4.14.3. Caso o recurso seja impetrado após a realização da corrida ou após o término do
terceiro e último “heat” de uma das categorias EP, o resultado oficial deverá ser comunicado
somente após o julgamento do mesmo.
4.14.4. Caso seja constatado que o carro em questão encontra-se fora das especificações
técnicas ou o piloto não apresente o carro para vistoria, o mesmo será desclassificado da
atividade em questão.
4.14.5. Caso a irregularidade seja constatada durante o treino de classificação, o resultado do
referido carro no mesmo será considerado inválido. Após regularização, o mesmo largará da
última posição do “grid” de largada.
4.14.6. Caso a irregularidade seja constatada durante a corrida, o resultado do referido carro
na mesma será considerado inválido.
5 PUNIÇÕES
5.1. GERAL – Serão aplicadas pela Direção de Provas aos pilotos e/ou mecânicos quando do
não cumprimento do regulamento. Salvo as punições que não admitem recurso, as demais
poderão ser objeto de recurso, desde que formalizados junto à Direção de Provas,
resguardando assim o princípio da ampla defesa.
5.2. ADVERTÊNCIA VERBAL – Serão objetos de Advertência Verbal os casos que não
interfiram no desempenho dos pilotos adversários, tais como:
a) obstruir, sem insistência, a passagem de piloto mais rápido;
b) tocar um carro adversário de maneira brusca, sem que o mesmo perca sua posição;
c) adentrar os boxes em velocidade excessiva;
d) entre outras julgadas caso a caso pela Direção de Provas.
5.2.1. A Direção de Provas comunicará a penalização da seguinte forma: "Piloto (nome),
você esta sendo advertido verbalmente por (descrever a infração)".
5.2.2. A Direção de Provas poderá aplicar um máximo de três (3) Advertências Verbais para
um mesmo piloto. A quarta Advertência Verbal será automaticamente revertida em “Stop and
Go” de acordo com o item 5.3. deste regulamento.
adversários ou sejam considerados faltas grave, tais como:
a) piloto retardatário obstruir, com insistência, a passagem de piloto mais rápido;
b) usar termos de baixo calão (tanto o piloto quanto o mecânico);
c) tocar um carro adversário de maneira brusca, acarretando a perda de posição do outro
piloto;
d) falta de condições técnicas do equipamento e/ou pilotagem de forma a causar
prejuízos (acidentes graves) aos demais pilotos;
e) obstruir o fluxo nos boxes;
f) parar os carros com os pés;
g) realizar reparos fora da área dos boxes;
h) piloto e/ou mecânico que for flagrado pela Direção de Provas resfriando o motor de
seu carro com combustível, gás, água, álcool ou qualquer outro produto para tentar
ligá-lo;
i) agir de forma antidesportiva (tanto piloto quanto mecânico);
j) entre outras julgadas caso a caso pela Direção de Provas.
5.3.1. A Direção de Provas comunicará a penalização da seguinte forma: "Piloto
(nome/número), você deve fazer um “Stop and Go” por (descrever a infração)”. O piloto terá
um máximo de três (3) voltas para cumprir a punição.
5.3.2. A Direção de Provas poderá aplicar um máximo de três (3) “Stop and Go” para um
mesmo piloto. A quarta punição com um “Stop and Go” será automaticamente revertida em
Desclassificação de acordo com o item 5.4. deste regulamento.
5.3.3. No caso da primeira punição de “Stop and Go”, o piloto deverá entrar pela pista de
rolagem dos boxes, parar o carro no seu box, e sair sem a ajuda do seu mecânico e somente
após a liberação da Direção de Provas.
5.3.4. No caso da segunda punição de “Stop and Go”, o piloto deverá entrar pela pista de
rolagem dos boxes, seu mecânico deverá levantar o carro por cinco (5) segundos e sair após a
liberação da Direção de Provas.
5.3.5. No caso da terceira punição de “Stop and Go”, o piloto deverá entrar pela pista de
rolagem dos boxes, seu mecânico deverá levantar o carro por dez (10) segundos e sair após a
liberação da Direção de Provas.
5.3.6. Caso faltem menos de três (3) voltas para o termino da prova e o piloto não tenha
cumprido o “Stop and Go”, será acrescido vinte (20) segundos ao seu tempo de prova, sem
direito a recurso.
5.3.7. Será proibido o reabastecimento durante o cumprimento do “Stop and Go”. Caso o
motor apague durante o cumprimento do “Stop and Go”, será permitido que o mecânico
efetue o “start” do mesmo, porém o reabastecimento ainda não será permitido. Caso se
realize o reabastecimento nessas condições, o piloto deverá cumprir novamente o “Stop and
Go”. Esse novo “Stop and Go” não contará como mais uma punição.
5.4. DESCLASSIFICAÇÃO (DC) – Serão objetos de Desclassificação os casos de infrações
ao presente regulamento, sem prejuízo de outras previstas no mesmo ou a critério da
organização do campeonato, tais como:
a) deixar de apresentar o veículo para a inspeção após ser notificado de recurso;
b) casos de agressões verbais descontroladas;
c) casos de condutas irregulares intencionais durante a prova;
d) violar ou substituir qualquer parte do carro sem aviso e autorização da Direção de
Provas;
e) utilizar de marcha ré durante a corrida somente na categoria EP TURISMO STOCK
SPEC, nas categorias GT EP e EP Fórmula a ré esta liberada;
f) passar do sensor na antena de captação do sinal;
g) insistir em manter o carro com algum problema técnico que interfira na estabilidade
do carro na pista, colocando em risco a posição dos pilotos adversários. (Ex.: pipa
solta ou quebrada, pneu rasgado ou descolado, bolha pendurada, sem um ou mais
pneus, etc.);
h) pilotar de forma que interfira no resultado da corrida. Ex: Espera deliberada por outro
carro será considerado como delito grave e resultará em imediata desclassificação;
i) casos em que o piloto ou responsável não estar gandulando em qualquer etapa da
competição;
j) entre outras julgadas caso a caso pela Direção de Provas.
5.4.1. O piloto que for punido com a desclassificação da etapa será conseqüentemente
eliminado da prova e perderá os pontos adquiridos na mesma. A desclassificação não poderá
ser utilizada como descarte. Será atribuído no campo da tabela de classificação do
campeonato um DESCLASSIFICADO (DC).
5.4.2. Caso a punição ocorra durante a tomada de tempo ou durante uma bateria ou corrida, a
Direção de Provas comunicará a punição da seguinte forma: "Piloto (nome/número), você
está Desclassificado por (descrever a infração)”. O piloto deverá cumprir a punição
imediatamente.
5.4.3. Caso a punição ocorra após o término da tomada de tempo, bateria ou corrida, a
Direção de Provas deverá informar a punição ao piloto e um novo resultado deverá ser
divulgado. A posição obtida pelo piloto punido será preenchida pelo piloto colocado
imediatamente subseqüente a sua e assim sucessivamente até a última posição. Serão
atribuídos os pontos referentes a nova posição dos pilotos.
5.5. SUSPENSÃO – Serão objetos de Suspensão os casos de fraudes intencionais ao presente
regulamento, sem prejuízo de outras previstas no mesmo ou a critério da organização do
campeonato, tais como: troca de carro ou chassis sem permissão da Direção de Provas, troca
de pilotos durante o evento, entre outras julgadas caso a caso pela Direção de Provas.
5.5.1 O tempo de Suspensão para o piloto e/ou mecânico será julgado e estabelecido pela
Comissão Organizadora do Campeonato Carioca de Automodelismo R/C - 2016 e poderá
variar desde uma etapa, sem contar aquela onde a fraude foi detectada, até a exclusão do
campeonato.
5.6. PROTESTO – Serão aceitos protestos referentes a Vistoria e as punições de
Desclassificação e Suspensão encaminhados formalmente a Direção de Provas e/ou a
Comissão Organizadora do Campeonato.
5.6.1. Os protestos referentes a punição de desclassificação serão julgados pela Direção de
Prova e os referentes a Suspensão pela Comissão Organizadora do Campeonato.
5.6.2. Serão aceitos protestos quando encaminhados dentro do prazo de cinco minutos após a
divulgação dos resultados, tanto para a tomada de tempo quanto para as baterias e corridas.
6 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DOS CARROS
6.1. CATEGORIA GP PRO12
6.1.1. ESCALA – 1/10.
6.1.2. TRAÇÃO – O sistema de tração deverá ser nas quatro rodas (4WD).
6.1.3. FREIO – O sistema de freio deverá ser de apenas um ponto atuando no eixo principal
de transmissão.
6.1.4. CÂMBIO – No máximo de duas velocidades.
6.1.5. MOTOR – Será permitido o uso de motores .12, refrigerados a ar, dois tempos com
carburador e que utilize vela tipo turbo. Os motores poderão ter, no máximo quatro portas,
incluindo a porta de exaustão. A capacidade cúbica máxima permita do motor será 2,1cc.
6.1.6. PESO – O peso mínimo permitido para o carro será de 1.650 gramas, incluindo o
sensor de cronometragem, e considerando-se o tanque de combustível vazio.
6.1.7. TANQUE DE COMBUSTÍVEL – A capacidade máxima permitida do tanque de
combustível, incluindo o filtro e a tubagem será de 75 mL.
6.1.8. COMBUSTÍVEL – Será permitida a utilização de qualquer marca de combustível.
6.1.9. BITOLA – A bitola máxima permitida será de 200 mm.
6.1.10. PNEUS – Livres de até 26 mm nas rodas dianteiras e de até 30 mm nas rodas traseiras.
6.1.11. BOLHAS – As bolhas deverão ser de carros sedan tipo Turismo de 200 mm. Durante
a prova será permitido à troca da bolha em caso de danos severos a mesma. A troca deverá
ser realizada por outra de mesma especificação e deve apresentar o número de inscrição do
piloto.
6.1.12. CHASSIS – O chassi poderá ser trocado durante a prova por outro de mesma marca
ou similar ao original, desde que autorizado pela Direção de Provas. Não será permitido
algum tipo de ajuda aerodinâmica na parte interna da bolha ou do chassi.
6.1.13. FUROS E RECORTES PERMITIDOS –
6.1.13.1. PARABRISAS – Máximo de 60 mm de diâmetro para captação de ar. O furo de
captação de ar não poderá avançar a linha do teto da carroceria, exceto quando o bocal de
reabastecimento localizar-se exatamente abaixo desta linha.
6.1.13.2. TETO – Máximo de 10 mm de diâmetro para saída da antena e máximo de 15 mm
de diâmetro para o aquecedor de vela.
6.1.13.3. JANELAS LATERAIS E VIDRO TRASEIRO – As janelas laterais dianteiras e o
vidro traseiro poderão ser recortados.
6.1.13.4. TRASEIRA – O recorte da parte traseira da carroceria poderá ter a altura máxima
de 45 mm. A mesma deverá ser verificada da seguinte forma: um gabarito de 10 mm deve ser
colocado sobre uma superfície plana e lisa (base); o carro montado com o chassi e a bolha
deve ser colocado sobre este gabarito; será medida a distância entre a base e a parte mais alta
do recorte da parte traseira.
6.1.14. Todas as partes do carro como: Santo Antônio, pipa (com exceção da saída de
gases/exaustão), pára-choques (“bumpers”), cabeçote do motor, filtro de ar, entre outros,
deverão estar cobertos pela carroceria do carro. São exceções: a antena do rádio, postes de
fixação da bolha e puxador para abastecimento do tanque de combustível.
6.1.15. AEROFÓLIO
6.1.15.1. O conjunto asa/aerofólio não poderá ultrapassar a altura do teto, bem como, não
poderá ultrapassar 200 mm de largura. Na extensão da bolha a asa/aerofólio poderá
ultrapassar em no máximo 10 mm a marcação do porta malas.
6.1.15.2. As asas lateralmente fixadas no aerofólio traseiro não poderão exceder 50 mm de
comprimento e 35 mm de altura.
6.1.15.3. O aerofólio não poderá ter mais de 50 mm de "asa chord", isto é, a distância do
comprimento do aerofólio do ponto mais baixo ao mais alto. A mesma será verificada em três
pontos quaisquer.
6.1.16. PINTURA
6.1.16.1. As equipes participantes não poderão aplicar a mesma pintura para as bolhas de seus
pilotos, devendo haver pelos menos 1/3 de modificação entre as pinturas para que a Direção
de Provas e os pilotos possam identificar, à longa distância, o piloto que está conduzindo o
carro.
6.1.16.2. Todas as partes da bolha devem estar pintadas, ficando facultativa a pintura do
aerofólio. Somente as janelas devem estar transparentes.
6.1.16.3. Caso existam dois ou mais pilotos com a mesma cor de bolha, o piloto mais bem
colocado no campeonato terá prioridade da escolha da mesma. Caso isso ocorra na primeira
etapa ou nenhum dos envolvidos tenha participado de alguma etapa anterior do campeonato,
será realizado um sorteio.
6.2. CATEGORIA GP OPEN - Destinada a pilotos iniciantes ou não, proprietários de carros
RTR (“Ready to Run”) adquiridos já montados ou não.
6.2.1. ESCALA – 1/10
6.2.2. TRAÇÃO – O sistema de tração deverá ser nas quatro rodas (4WD).
6.2.3. FREIO – O sistema de freio deverá ser de apenas um ponto, atuando no eixo principal
de transmissão.
6.2.4. CÂMBIO – No máximo de duas velocidades, sendo variação de pinhões, coroas e
“centax” permitidas.
6.2.5. MOTOR
6.2.5.1. Será permitido qualquer motor que use vela “Standard” (não turbo) de fábrica, de
saída lateral ou traseira.
6.2.5.2. Será permitida a utilização de um motor de um chassi RTR em outro chassi.
6.2.5.3. Não serão permitidos: motores modificados ou preparados.
6.2.5.4. Não serão permitidos motores do tipo “PRO" (ver item 6.1.5.) convertidos para
utilização com vela do tipo “Standard”.
6.2.5.5. Serão permitidas adaptações para perfeita acomodação de um motor, conforme item
6.2.5.2 deste regulamento, ao chassi, tais como: montantes de apoio, saída de pipa, entre
outras.
6.2.5.6. Não serão permitidos tipos de resfriamento do motor que não seja a ar.
6.2.5.7. Será permitido o uso de qualquer tipo de ignição (“recoil”, “Start Box” ou “Ez-start”)
6.2.6. PIPA – Livre.
6.2.7. TANQUE DE COMBUSTÍVEL – O tanque de combustível deverá ser o original do kit.
A capacidade máxima permitida do tanque de combustível, incluindo o filtro e a tubagem
será de 75 ml.
6.2.8. COMBUSTÍVEL – Será permitida a utilização de qualquer marca de combustível.
6.2.9. BITOLA – A bitola máxima permitida será de 200 mm.
6.2.10. PNEUS – Livres de até 26 mm nas rodas dianteiras e de até 30 mm nas rodas traseiras.
6.2.11. BOLHAS – As bolhas deverão ser de carros sedan tipo Turismo de 200 mm. Durante
a prova será permitido à troca da bolha em caso de danos severos a mesma. A troca deverá
ser realizada por outra de mesma especificação e deve apresentar o número de inscrição do
piloto.
6.2.12. CHASSIS
6.2.12.1. Será permitida a utilização de qualquer modelo de chassis desde que fabricados para
modelos GP 1/10 “onroad”, tanto modelos RTR quanto modelos PRO, i.e., modelos de
chassis vendidos de fábrica sem motor.
6.2.12.2. Serão permitidos “upgrades” no chassi, tais como: reforços, “plates”, “uppers”,
entre outros, em fibras de carbono, alumínio ou qualquer outro material, que seja vendido no
mercado e esteja dentro das especificações de fábrica do modelo em questão. Não será
permitida a utilização de peças que não fazem parte do chassi. Nenhuma peça poderá ser
confeccionada artesanalmente.
6.2.12.3. O chassi poderá ser trocado durante a prova por outro de mesma marca ou similar
ao original, desde que autorizado pela Direção de Provas. Não será permitido algum tipo de
ajuda aerodinâmica na parte interna da bolha ou do chassi.
6.2.13. Todas as partes do carro como: Santo Antônio, pipa (com exceção da saída de
gases/exaustão), pára-choques (“bumpers”), cabeçote do motor, filtro de ar, entre outros,
deverão estar cobertos pela carroceria do carro. São exceções: a antena do rádio, postes de
fixação da bolha e puxador para abastecimento do tanque de combustível.
6.2.14. PINTURA
6.2.14.1. As equipes participantes não poderão aplicar a mesma pintura para as bolhas de seus
pilotos, devendo haver pelos menos 1/3 de modificação entre as pinturas para que a Direção
de Provas e os pilotos possam identificar, à longa distância, o piloto que está conduzindo o
carro.
6.2.14.2. Todas as partes da bolha devem estar pintadas, ficando facultativa a pintura do
aerofólio. Somente as janelas devem estar transparentes.
6.2.14.3. Caso existam dois ou mais pilotos com a mesma cor de bolha, o piloto mais bem
colocado no campeonato terá prioridade da escolha da mesma. Caso isso ocorra na primeira
etapa ou nenhum dos envolvidos tenha participado de alguma etapa anterior do campeonato,
será realizado um sorteio.
6.3. CATEGORIA GT NITRO
6.3.1 – CHASSI
Permitido qualquer chassi 1/8, podendo ser baseado em buggy/truggy, desde que possua eixo
cardã (qualquer marca ou conversão de off Road será permitida) e bitola máxima de 310mm
e entre eixos de 390mm.
6.3.2 – BOLHAS
Qualquer bolha disponível no mercado, desde que possua formas baseadas em um carro
turismo e/ou GT, duas ou quatro portas, representando um carro 1/1 , não serão permitidas
bolhas tipo protótipo. A bolha deverá ser fabricada com material flexível.
6.3.2.1 - Furos
Apenas um furo de refrigeração pode ser feito no parabrisas (não excedendo as janelas), com
uma dimensão máxima em qualquer direção de 60 mm.
Uma abertura com um diâmetro máximo de 35 milímetros é permitido imediatamente acima
da cabeça de arrefecimento para o acesso fácil da vela e não pode ser combinado com
qualquer outro orifício.
Um furo adicional para reabastecimento que pode ter um diâmetro máximo de 50 mm. A
distância deste buraco extra em relação ao do para-brisa, não deve ser inferior a 5 mm. A
abertura de ventilação combinada frente única e reabastecimento, o mesmo não pode ser
superior a 70 milímetros, o diâmetro será o para-brisa e o outro no teto
Também pode ser feita de pequenos orifícios para: escape, para regulagem do carburador,
antena de rádio. Outros furos não são permitidos.
Ambos os vidros laterais dianteiros e do vidro traseiro podem ser cortados completamente
para ventilação, exceto as janelas laterais traseiras que devem permanecer intactos.
6.3.2.2 - Asa
Apenas uma asa traseira é permitida. A asa é moldada numa só peça (sem os suportes e as
tampas laterais) e pode ser substituídos por um não originais.
A asa não deve estender-se a toda a largura do corpo. A asa tem de ser montada no mesmo
lugar fornecida pelo fabricante do corpo.
6.3.3 – PNEUS
Apenas pneu de borracha da marca Alpha será permitido. Os pneus deverão estar respeitando
o limite de largura da bolha, não será permitida a utilização de qualquer material para
aumentar a largura da bolha de modo a acomodar pneus que estejam desrespeitando o limite
de largura da bolha. Pneus de espuma não serão permitidos.
6.3.4 – CAPACIDADE DO TANQUE
Todos os carros poderão ter apenas um tanque de combustível, com capacidade máxima de
até 150 ml.
6.3.5 – EMBREAGEM
Não será permitida a utilização de embreagens tipo centax, apenas embreagem de duas, três,
quatro sapatas utilizadas em buggys serão aceitas.
6.3.6 – MOTORES
Serão permitidos motores .21, capacidade total de não mais de 3.5cc, com no máximo cinco
(5) portas/janelas, vistos com o pistão na sua posição mais baixa. O tamanho máximo
carburador 9 milímetros.
6.3.7 – PIPA
Qualquer pipa especificada para motores. 21 será permitida, desde que homologadas pela
IFMAR/EFRA ou originais de modelos RTR.
6.3.8 – FILTRO
A escolha do filtro é livre.
6.3.9 – PESO
Todos os modelos deverão ter no mínimo 3.500 gramas com toda eletrônica embarcada,
bolha, pneus, SEM COMBUSTÍVEL NO TANQUE.
6.3.10 – TRANSMISSÃO
Permitido apenas chassis com tração 4x4 e transmissão por eixo cardã.
6.3.11 – TELEMETRIA
Não é permitido o uso de qualquer dispositivo eletrônico, exceto os seguintes: Dois canais do
receptor que serão usados para operar direção, acelerador e freio. Quaisquer sistemas de
gravação de dados poderão ser usados somente até o final dos treinos livres.
O uso de dispositivos de controle de tração, suspensão ativa e quaisquer controles de direção
auxiliados por giroscópio/sensor de força G é estritamente proibido. São permitidos somente
sensores para coleta de dados e não para ajuste do desempenho do carro em movimento.
6.4. CATEGORIA 1/8 PRO
6.4.1- CHASSI
Permitido qualquer chassi na escala com as seguintes dimensões:
6.4.1.1- Entre eixos: 270~330mm;
6.4.1.2- Largura Maxima 267mm
6.4.1.3- Altura Maxima 180mm (exceto Asa e Gurney Strip)
6.4.2- BOLHAS
Bolhas Tipo Protótipo, sendo permitido o uso de asa e travas internas na bolha
6.4.2.1 - BOLHAS - Contornos e Cortes da Bolha Permitidos
6.4.2.1- Abertura do Cabeçote do Motor, contorno máximo de 20mm ao redor do Cabeçote
do Motor.
6.4.2.1.2- Abertura para saída da Antena, máximo de 20mm.
6.4.2.1.3- Abertura para Chave ligadesliga, máximo de 25mm.
6.4.2.1.4- A Largura total da bolha vista por cima sera de 267mm.
6.4.2.1.5- Aerofólio e Spoilers separados não sao permitido, somente uma lamina Gurney
diretamente montado na parte traseira da Bolha, todas as medidas serão tomadas com a
utilização de um bloco de 20mm, a Dobra da Asa Gurney máximo de 5mm, com um angulo
de 90graus.
6.4.2.1.6- Altura maxima da bolha 170mm e com a Asa 180mm. (Sobre bloco de 20mm)
6.4.2.1.7- A parte mais extrema da bolha não pode passar de 100mm do entre eixo traseiro
6.4.3- PNEUS
Podem ser usados: pneu de borracha e/ou espuma. Qualquer que seja o material, não deverá
danificar a superfície da pista.
6.4.4- TANQUE DE COMBUSTÍVEL
Capacidade de 125ml incluindo toda a extensão dos tubos e filtro de combustível.
6.4.5- EMBREAGEM E FREIO
6.4.5.1- Todo carro deve obrigatoriamente possuir embreagem com desengate e um sistema
de freio capaz de parar o automodelo;
6.4.5.2- Somente um (1) sistema de freio atuante é permitido;
6.4.5-3- Permitido câmbio de no máximo duas (2) velocidades;
6.4.6- MOTORES
6.4.6.1- Somente permitido o uso de motores .21. Os motores devem ser refrigerados a ar,
somente 2 tempos. Nenhum tipo de indução forçado é permitido bem como nenhum
tipo de transferências ou escape com tempo variável. É permitida somente vela de
ignição. São proibidos furos no pistão, com exceção do furo existente para o pino de
travamento da biela. No Cilindro são permitidos furos e fendas desde sejam para efeito
de lubrificação e que estejam abaixo do ponto morto inferior do motor. Para dirimir
qualquer duvida, é considerado furo qualquer buraco que tenha material em toda a sua
volta. O diâmetro do carburador deve ser no máximo de 9.0mm.
6.4.6.2- Capacidade cúbica do motor deve ser de no máximo 3.5cm3 (centímetros cúbicos)
6.4.6.3- Partida por recoil opcional (permitida)
6.4.7- PIPAS
Qualquer pipa especificada para motores. 21 será permitida, desde que homologadas pela
IFMAR/EFRA ou originais de modelos RTR, com saída de Maximo 9mm de Diâmetro;
6.4.8 -FILTROS
A escolha do filtro é livre.
6.4.9- PESO
Peso do chassi com sensor e bolha e sem combustível = 2.450gramas;
6.4.10 – TELEMETRIA
Não é permitido o uso de qualquer dispositivo eletrônico, exceto os seguintes: Dois canais do
receptor que serão usados para operar direção, acelerador e freio. Quaisquer sistemas de
gravação de dados poderão ser usados somente até o final dos treinos livres.
O uso de dispositivos de controle de tração, suspensão ativa e quaisquer controles de direção
auxiliados por giroscópio/sensor de força G é estritamente proibido. São permitidos somente
sensores para coleta de dados e não para ajuste do desempenho do carro em movimento.
6.5. CATEGORIA EP FÓRMULA
6.5.1. ESCALA – 1/10.
6.5.2. TRAÇÃO – Serão permitidos somente chassis de tração trazeira “Direct Drive” sem
qualquer sistema de câmbio.
6.5.3. MOTOR , ESC e ELETRÔNICA
6.5.3.1. Será permitido o uso de motores Brushless e Brushed de 17.5T com todo o sistema
liberado (turbo, timming, buster, etc).
6.5.3.2. O ajuste de timing do motor 17,5T é livre. Quaisquer alterações físicas não serão
permitidas.
6.5.3.3. Será permitido o uso de apenas ESC eletrônicos, podendo ser ativada a função
marcha ré.
6.5.3.4. O carro deverá conter apenas um servo, que poderá ser digital ou analógico de
qualquer marca ou modelo.
6.5.4. BATERIA – Será permitido o uso de no máximo baterias do tipo LiPo 2S 7.4V com
capacidade nominal livre.
6.5.5. PESO – O peso mínimo permitido para o carro será de 1.000 gramas com toda
eletrônica embarcada, bolha e transponder.
6.5.6. BITOLA – A bitola máxima permitida será de 202 mm.
6.5.7. PNEUS – Serão aceitos pneus de borracha ou espuma para Formulinha de fabricação
Nacional ou importada, de escolha livre pelo piloto. O piloto optará por andar com pneus
padrão F1 “antigo” (Menor diâmetro e maior largura) ou padrão F1 “moderno” (Maior
diâmetro e menor largura). É proibido o uso de pneus com padrões diferentes no mesmo
carro.
6.5.8. BOLHAS
6.5.8.1. As bolhas deverão ser de carroceria de Formula de 180 mm, 190 mm ou 200 mm,
escala 1/10 de qualquer marca e modelo. A bolha deverá ser fabricada com material flexível e
deverá ser totalmente pintada.
6.5.8.2. Apêndices aerodinâmicos são permitidos conforme a bolha e o carro escolhidos.
Quaisquer aspectos que não estejam de acordo com o carro serão definidos pela direção de
prova.
6.5.8.3. O aerofólio traseiro e bico dianteiro são obrigatórios. Uso de Bico e asa de kits
diferentes está liberado. Liberado o uso de bolha preta.
6.5.9. SEGURANÇA – É recomendado o uso de um safety bag ou Liposack para carregar
suas baterias de Lipo.
6.5.10. TELEMETRIA
6.5.10.1. Não é permitido o uso de qualquer dispositivo eletrônico, exceto os seguintes: Dois
canais do receptor que serão usados para operar direção, acelerador e freio. Quaisquer
sistemas de gravação de dados poderão ser usados somente até o final dos treinos livres.
6.5.10.2. O uso de dispositivos de controle de tração, suspensão ativa e qualquer controles de
direção auxiliado por giroscópio/ sensor de força G é estritamente proibido. São permitidos
somente sensores para coleta de dados e não para ajuste da performance do carro em
movimento.
6.6. CATEGORIA GT EP
6.6.1 – CHASSI
Permitido qualquer chassi 1/10, 1/9 ou 1/8 de tração integral (4x4) baseados em buggy/truggy
e incluindo os tipos comercialmente conhecidos como “Short-Course” e “Rally”, com
transmissão exclusivamente por cardã (vetados os chassis com transmissão por correias) e
que se enquadre nas seguintes medidas:
- Bitola mínima de 225mm e máxima de 330mm E distância entre eixos mínima de 300mm e
máxima de 390mm.
6.6.1.2 Qualquer marca ou conversão de chassis originalmente “off-road” para “on-road”,
“rally-game” ou “GT” será permitida para os chassis delimitados no item 1.1; no entanto, os
chassis do tipo originalmente “buggy/truggy”, “Short-Course” e “Rally” deverão
obrigatoriamente utilizar bolhas conforme item 2.
6.6.2 – BOLHA
Qualquer bolha disponível no mercado, desde que possua formas baseadas em um carro “GT”,
turismo ou rally, de duas ou quatro portas, representando um carro 1/1. Não serão permitidas
bolhas tipo protótipo ou short-course. A bolha deverá ser fabricada com material flexível.
Não serão aceitas bolhas com a parte traseira totalmente recortada; a parte traseira deve
incluir pelo menos as partes representativas das lanternas de sinalização.
A bolha deve cobrir totalmente os pneus quando o bólido for visualizado de cima, e o bólido
deverá ser vistoriado de forma a obter liberação da Direção de Provas.
Não será permitida a utilização de qualquer material para aumentar a largura da bolha
visando acomodar pneus que estejam desrespeitando o limite de largura da bolha.
6.6.2.1 Furos
Até 02 furos de refrigeração podem ser feitos no para-brisas (não excedendo as janelas), com
uma dimensão máxima em qualquer direção de 60mm, cada um.
Ambas as janelas laterais dianteiras podem ser cortadas completamente para ventilação
respeitando a marcação original da bolha; as janelas laterais traseiras devem permanecer
intactas. O vidro traseiro (vigia) pode ser recortado, obedecendo a marcação original da bolha.
Todas as partes do carro deverão estar cobertas pela bolha do mesmo, incluindo para-choques
(“bumpers”) dianteiros e/ou traseiros. São exceções: a antena do receptor e postes de fixação
da bolha.
6.6.2.2 Pintura
Todas as partes da bolha devem estar pintadas, inclusive o aerofólio (asa). Somente as janelas
e para-brisas devem estar transparentes ou translúcidas (pinturas tipo “fumê” são aceitas para
estas partes).
As equipes participantes não poderão aplicar a mesma pintura para as bolhas de seus pilotos,
devendo haver pelos menos 1/3 de modificação entre as pinturas para que a Direção de
Provas e os pilotos possam identificar, à longa distância, o piloto que está conduzindo o carro.
Caso existam dois ou mais pilotos com a mesma cor de bolha, o piloto mais bem colocado no
campeonato terá prioridade da escolha da mesma. Caso isso ocorra na primeira etapa ou
nenhum dos envolvidos tenha participado de alguma etapa anterior do campeonato, será
realizado um sorteio.
6.6.2.3 Asa
Apenas uma asa traseira é permitida, e deve ser moldada numa só peça (sem contar os
suportes e as tampas laterais). A asa deve ser de material tipo “Lexan” ou outro material
flexível.
A asa original da bolha pode ser substituída por um modelo não-original, desde que não se
estenda mais do que a largura da bolha, e seja montada apenas no local indicado para a asa
original da bolha, mesmo que usando-se um diferente suporte de asa.
Não são permitidas asas do tipo “buggy 1/8”.
6.6.3 – PNEUS
Apenas pneus de borracha, tanto nacionais quanto importados, de qualquer marca, serão
permitidos. Pneus de espuma não são permitidos.
Os pneus deverão respeitar o limite de largura da bolha.
O tratamento de pneus com aditivos e/ou o uso de aquecedores de pneus é livre.
6.6.4 – MOTOR, ESC E ELETRÔNICA
Qualquer motor elétrico poder ser utilizado, respeitando-se as seguintes dimensões máximas:
diâmetro externo até 45mm e comprimento da carcaça até 80mm. No máximo duas
ventoinhas (“coolers”) são permitidos para refrigeração forçada do motor.
Será permitido o uso de apenas ESC eletrônicos, podendo ser ativada a função marcha ré.
O carro deverá conter um único servo (direção).
6.6.5 – BATERIA(S)
Qualquer bateria LiPo ou conjunto de baterias totalizando até 4 células (4s – 14.8v) pode ser
utilizada, independente da capacidade.
6.6.6 – TELEMETRIA
Não é permitido o uso de qualquer dispositivo eletrônico adicional controlado pelo rádio,
exceto os dois canais do receptor que serão usados para operar o servo de direção e o ESC.
Canais livres do receptor podem ser utilizados apenas para alimentar “transponders” ou
ventoinhas de refrigeração.
Quaisquer sistemas de gravação de dados poderão ser usados somente até o final dos treinos
livres.
O uso de dispositivos de controle de tração, suspensão ativa e quaisquer controles de direção
auxiliados por giroscópio/sensor de força G é estritamente proibido. São permitidos somente
sensores para coleta de dados e não para ajuste do desempenho do carro em movimento, e
eventuais sistemas de ajuste de parâmetros do ESC através do rádio devem estar desabilitados.
6.6.7 – TRANSMISSÃO E CÂMBIO
Os carros terão apenas uma marcha, sendo portanto proibida a utilização ou adaptação de
câmbio de qualquer tipo.
6.6.8 – PESO
O peso mínimo da categoria é de 2.600g e o peso máximo é de 4.500g (incluindo bateria,
bolha e “transponder”).
6.6.9 – DURAÇÃO DAS PROVAS
Será realizada uma (1) tomada de tempo, com duração de cinco (5) minutos, para definição
do grid de largada do 1º heat, pelo critério de volta mais rápida.
Serão realizados quatro (4) heats com duração de cinco (05) minutos cada um, sendo ordem
de largada de cada heat definida pela ordem de chegada do heat anterior (à exceção do 1º heat,
definido pela tomada de tempo).

6.7. CATEGORIA EP TURISMO STOCK SPEC BLINKY MODE – 13.5T
6.7.1 – ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS: TURISMO 1/10 190MM BLINKY MODE
13.5T
A regulamentação técnica do campeonato é baseada nas regras IFMAR para campeonatos
mundiais 1/10 190mm, com as devidas adaptações ou exclusões necessárias para adequar as
regras ao formato de corrida.
6.7.1.1 – CHASSI
Os Chassis permitidos consistem em carros escala 1:10 190mm Turismo com tração 4X4 de
fabricantes e modelos disponíveis para compra em mercado especializado ou não. A bitola
máxima do carro é de 190 mm.
6.7.1.2. – DIMENSÕES
Todas as dimensões do modelo, com ou sem bolha, deverão respeitar as regras conforme
abaixo:
Largura (sem bolha) – entre 170mm à 190mm;
Altura (até o teto da bolha) do carro pronto para corrida* - entre 115mm à 175mm;
Largura do Aerofólio Traseiro (incluindo laterais) – entre 125mm à 190mm;
Comprimento do Aerofólio (não se refere à corda) – entre 20mm à 40mm.
* A vistoria da altura de bolha é feita sem nenhum tipo de bloco, ou seja, é a altura do teto da
bolha em relação solo, com o carro em repouso.
6.7.1.3 – BOLHAS
É obrigatório o uso de carroceria turismo, escala 1/10 de qualquer marca e modelo, que siga
as descrições abaixo:
A bolha deverá ser fabricada com material flexível e deverá ser devidamente pintada;
Somente Bolhas tipo Sedan Turismo 2 ou 4 portas de 190mm serão permitidas;
Todas as janelas devem ser totalmente transparentes sem qualquer pintura;
Faróis, lanternas, grades, tomadas de ar e janelas devem contrastar com a pintura do modelo;
O único apêndice aerodinâmico permitido é o aerofólio traseiro em corte de altura que não
ultrapasse a altura do teto do carro (bolha). A pintura do aerofólio é opcional;
O excesso de asa não deve ser maior que 10,00mm no seu ponto extremo medido a partir do
limite da parte traseira da carroceria;
São permitidas somente as seguintes furações na bolha: 1 (um) furo de captação de ar no
para-brisa dianteiro de dimensão máxima de 50.00mm(Diâmetro). Este furo não deve
ultrapassar a linha do para-brisa dianteiro; ambas as janelas laterais dianteiras e o para-brisa
traseiro podem ser removidos para ventilação, exceto as janelas laterais traseiras que devem
permanecer intactas; pequenos furos para antena de rádio e postes poderão ser feitos; nenhum
outro furo é permitido;
O para-choque dianteiro deve seguir o contorno da carroceria e deve ser instalado para
minimizar danos. O para-choque deverá ser fabricado com espuma ou algum material
plástico flexível.
Nenhuma parte do carro, exceto postes de fixação da bolha e tubo de antena, poderá sair da
bolha;
Santo Antônio deverá ficar por dentro da carroceria - Não é permitido qualquer acessório
aerodinâmico de qualquer natureza sob a carroceria.
6.7.1.4 - Pneus e Rodas danificadas
O pneu que será utilizado durante a temporada de 2017 será o Alpha RC composto livre,
sendo permitido somente 2 (dois) jogos por piloto devendo ser marcados pela direção de
prova no ato da confirmação da inscrição no dia da corrida.
O piloto poderá adquirir no máximo 1 (um) par de pneu e roda extra.
Porem a roda/pneu danificadas ficarão retidos na vistoria técnica.
Os pneus poderão ser adquiridos no ato da inscrição ou portados pelo próprio piloto, desde
que o mesmo esteja lacrado de fábrica para a identificação do mesmo, nesse momento serão
obrigatoriamente marcados com a numeração do carro a fim de se evitar troca dos mesmos.
6.7.1.5 – ADITIVOS
O uso de aditivos será livre.
6.7.1.6 – MOTORES, ESC e ELETRONICA
Categoria Stock Spec (Blinky Mode) 2017 utilizará motores Brushless Stock 13.5T
homologados (Qualquer motor padrão Y-star wound, homologado por qualquer órgão
internacional, Ex.: ROAR, IFMAR, EFRA).
Sendo como medidas máximas e mínimas do rotor.
Definição do Rotor de Motores Stock: O diâmetro do eixo externo deve ser de 0,125
polegadas (3,175 mm). Sendo em peca única, rotores magnéticos são permitidas com dois
pólos sintetizado de neodímio, ou ferrite (cerâmica). O comprimento ímã será de 25,0mm +/-
1,00 milímetros não incluindo qualquer material de Balanceamento não magnético. O
diâmetro externo do imã deve ser no máximo de 12,51 mm, nenhuma tolerância, por todo o
comprimento do ímã. O diâmetro externo do eixo, em que o ímã está montado, deve ser
7,25mm +/- 0,150 milímetros por todo o comprimento do ímã.
Esta dimensão deve ser mensurável sem destruir o rotor
Serão permitidos apenas ESC eletrônicos, sendo que caso possua a função Blinky Mode e
que estejam com a “marcha ré”, deverá estar desabilitada.
O carro deverá conter apenas UM Servo, que poderá ser digital ou analógico de qualquer
marca ou modelo
6.7.1.7 - RATIO FINAL
Limite de 4,5 podendo ser mais curta. Todas as Coroas e Pinhões devem estar com o número
original gravado. Não será aceito coroas e pinhões sem gravação ou que presente qualquer
dificuldade de leitura.
6.7.1.8 – PESO
Todos os modelos deverão ter no mínimo 1.350 gramas com toda eletrônica embarcada,
bolha e transponder.
6.7.1.9 – TRANSMISSÃO
Permitidos chassis de tração 4X4 por correias ou cardã - Não será permitido qualquer sistema
de câmbio
6.7.1.10 – BATERIAS
São permitidas as seguintes baterias:
LIPO: até 7.4volts nominais, serão permitidos somente modelos com caixa rígida
(“HARDCASE”), capacidade livre. Voltagem máxima 8.4v.
É recomendado o uso de um safety bag ou Liposack para carregar suas baterias de Lipo.
6.7.1.11 – AQUECEDOR DE PNEUS
Qualquer aparelho ou equipamento que produza calor direcionado aos pneus será considerado
“Aquecedor de Pneus".
7. CONSIDERAÇÕES FINAIS
7.1. Toda e qualquer dúvida em relação a qualquer dos itens constantes deste regulamento
deverão ser discutidas com a Comissão Organizadora do Campeonato e/ou a Direção de
Provas.
7.2. Toda e qualquer reclamação deverá ser encaminhada a Comissão Organizadora do
Campeonato e/ou a Direção de Provas.
7.3. Os casos não previstos neste regulamento serão discutidos pela Comissão Organizadora
do Campeonato Carioca de Automodelismo R/C - 2017 em reunião extraordinária e seu
parecer posteriormente divulgado.
7.4. É preciso lembrar que este é um hobby onde todos têm o direito de cometer erros nas
provas, porém devemos manter um ambiente familiar, cordial e de amizade acima de tudo.
7.5. É proibido o uso de aquecedores de pneus, para todas as
categorias.
Penalização: Desclassificação do evento.
7.6. A organização do evento pode fazer mudança no calendário do evento quando for
necessário, devendo ser divulgado em tempo hábil para que todos tenham ciência das devidas
mudanças e o motivo da mesma.
Niterói, 08 de Novembro 2016.
Comissão Organizadora



Classificação Geral do VI Campeonato Carioca de Automobilismo R/C 2016 - 9ª Etapa

COLOCAÇÃO GERAL 9ª ETAPA

Dando sequência no campeonato, segue resultado das 9 primeiras etapas do Campeonato Carioca de Automodelismo R/C 2016

Seguindo para a última Etapa do Campeonato

Categorias

Open Nitro 1/10


EP - Formula 1/10


GT - EP 1/8


GT - Nitro 1/8



1/8 Nitro Pró


 Pontuação em Negrito = Vencedor da etapa

Pontuação em Vermelho = Pole Position da etapa + 1 ponto
NP = Não participou, não vale como descarte